Os 5 temas dos dois planos de governo registrados no TSE, com o resumo gerado por IA e os trechos copiados literalmente do documento. Os dois recebem o mesmo espaço em todos os temas, e a ordem é alfabética — não há nota, placar nem indicação de quem propõe melhor.
Saúde
Propõe fortalecer a atenção primária e modernizar o SUS com digitalização de prontuários e redução de filas. Prevê meta nacional de atendimento por telemedicina em até trinta minutos e programa nacional de prevenção e detecção precoce do câncer.
No plano, textualmente
Nossa prioridade será fortalecer sua gestão por meio da digitalização dos prontuários, integração dos sistemas, redução das filas, melhoria da eficiência administrativa e utilização de indicadores de desempenho para aprimorar continuamente os serviços prestados.
Nosso compromisso é estabelecer uma meta nacional de atendimento digital em até trinta minutos para os casos compatíveis com telemedicina. Para isso será criada uma plataforma nacional integrada, conectando profissionais de todas as regiões do país em uma única rede pública digital.
Defende um SUS público, universal, gratuito e 100% estatal, com fim da privatização e da gestão privada por OS, fundações e PPP. Prevê ampliação do investimento na atenção básica, contratação por concurso e produção pública de medicamentos.
No plano, textualmente
Defesa do sus público, universal, gratuito e 100% estatal Fim da privatização e da gestão privada da saúde (OS, Fundações e PPP) Proibição da transferência de leitos públicos para planos privados Ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica
Contratação via concurso público e valorização dos trabalhadores da saúde Produção pública de medicamentos e insumos estratégicos Expansão da rede pública de hospitais, upas e Unidades Básicas de Saúde (UBS) Integração entre saúde e saneamento, enfrentando doenças relacionadas à falta de infraestrutura.
Educação
Propõe prioridade absoluta à educação básica, com alfabetização na idade certa e ampliação do ensino técnico integrado ao ensino médio. Prevê programas permanentes de gestão da emoção nas escolas e conteúdos de educação financeira, empreendedorismo e inteligência artificial.
No plano, textualmente
Ampliaremos significativamente a oferta de ensino técnico integrado ao ensino médio, aproximando escolas e empresas, formando jovens com competências práticas e aumentando sua empregabilidade.
Além das disciplinas tradicionais, os estudantes terão acesso a conteúdos voltados para: • Gestão da Emoção; • Educação Financeira; • Empreendedorismo; • Cooperativismo; • Inovação; • Inteligência Artificial; • Tecnologia aplicada; • Desenvolvimento de projetos e liderança.
Propõe o fim das parcerias público-privadas e das terceirizações no ensino público e a revogação da BNCC e do Novo Ensino Médio. Rejeita a militarização das escolas e prevê ampliação de vagas em creches, escolas e universidades públicas.
No plano, textualmente
Nenhuma verba pública para os grandes empresários da educação! Fim das Parcerias Público-Privadas (PPP), das terceirizações e da aquisição de materiais e serviços dessas empresas pelas redes públicas de ensino Revogação das propostas curriculares elaboradas pelos grandes empresários da educação e fundações privadas (BNCC e Novo Ensino Médio).
Não à militarização das escolas e a projetos de controle ideológico, como Escola Sem Partido! Não à plataformização da educação! Por uma formação completa, crítica e científica nas escolas públicas. Valorização dos profissionais da educação, com carreira e salários dignos Ampliação de vagas em creches, escolas e universidades públicas
Segurança
Propõe recriar o Ministério da Segurança Pública e integrar Polícia Federal, polícias civis e militares e guardas municipais em um centro nacional de inteligência. Prevê a FOCO, força municipal formada por 5% do funcionalismo de cada cidade.
No plano, textualmente
As organizações criminosas representam uma das maiores ameaças ao Estado brasileiro. Atuaremos para enfraquecer suas estruturas financeiras, logísticas e operacionais, intensificando o combate ao tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e crimes cibernéticos, com atenção em especial, no combate aos golpistas que cometem crimes contra idosos e demais cidadãos.
Cada município brasileiro poderá criar sua FOCO. Sua composição corresponderá a aproximadamente 5% da força de trabalho do serviço público municipal, respeitando a realidade de cada cidade e a legislação vigente.
Propõe combater o crime organizado por investigação e inteligência, atingindo patrimônio e financiamento, em vez de operações militares. Prevê descriminalização das drogas, câmeras corporais, desmilitarização da Polícia Militar e unificação das polícias em instituição civil.
No plano, textualmente
Combater o crime organizado, as máfias, as milícias, as facções e demais organizações criminosas por meio da investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, atingindo seu patrimônio, suas fontes de financiamento e suas relações com agentes públicos, políticos, empresários e, em especial, com o sistema financeiro, em vez de realizar operações militares que vitimam principalmente a população trabalhadora.
Descriminalização das drogas e revogação da Lei Antidrogas, para efetivamente combater e acabar com o narcotráfico, junto com políticas públicas de prevenção, tratamento e redução de danos.
Economia
Propõe déficit público próximo de zero e redução gradual da dívida, com metas de eficiência por ministério. Prevê criar uma secretaria do empreendedorismo e da economia distribuída, com a meta de 10 milhões de microempresas.
No plano, textualmente
Cada ministério deverá estabelecer metas de eficiência, redução de desperdícios e avaliação permanente dos resultados. Gastos improdutivos serão eliminados e os recursos direcionados para educação, saúde, segurança, infraestrutura e inovação. O Estado deverá gastar melhor, e não simplesmente gastar mais.
Precisamos de uma nova arquitetura econômica: uma economia distribuída, fragmentada em milhões de unidades produtivas. Fragmentar não é enfraquecer, é democratizar, é incluir. Uma economia concentrada gera eficiência e uma economia distribuída gera resiliência.
Propõe fim da escala 6×1, jornada de 36 horas e aumento de 100% no salário mínimo, além da revogação das reformas trabalhista e da Previdência. Prevê expropriação de empresas de mineração, petróleo e energia e tributação progressiva sobre lucros.
No plano, textualmente
Fim da escala 6×1 sem redução de salários e direitos, sem pejotização e sem demissões Redução da jornada de trabalho para 36 horas, sem redução dos salários e sem flexibilização de direitos, rumo à escala móvel de horas de trabalho (pleno emprego). Trabalhar menos para que todos trabalhem! Aumento de 100% no salário mínimo, rumo ao salário mínimo necessário, calculado pelo Dieese.
Expropriação imediata (em grande parte dos casos, reversão de privatização) das grandes empresas privadas dos setores de mineração, petróleo, energia, siderurgia, celulose e das grandes comercializadoras e centralizadoras do agronegócio, incorporando seus ativos ao patrimônio público nacional.
Meio Ambiente
Propõe ampliar investimentos em energia solar, eólica e biomassa e incentivar a produção de hidrogênio verde em larga escala. Prevê regulamentar o mercado de carbono e instituir pagamento por serviços ambientais ao produtor que preserva vegetação nativa.
No plano, textualmente
Ampliaremos investimentos em energia solar, eólica, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas e outras fontes renováveis, transformando o país em referência internacional em sustentabilidade e segurança energética.
Regulamentaremos esse setor com segurança jurídica, incentivando projetos de preservação ambiental, reflorestamento, agricultura regenerativa e tecnologias de baixa emissão de carbono. Instituiremos mecanismos claros de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), garantindo que o produtor rural que preserva a floresta e a vegetação nativa em sua propriedade seja financeiramente remunerado por esse serviço essencial prestado à sociedade e ao planeta.
Propõe fim dos créditos e subsídios públicos ao grande agronegócio, recuperação de áreas desmatadas e demarcação imediata de terras indígenas e quilombolas. Rejeita a exploração de petróleo na Margem Equatorial e prevê planos de prevenção a enchentes e deslizamentos.
No plano, textualmente
Fim dos créditos públicos e dos subsídios estatais ao grande agronegócio Recuperação das áreas desmatadas e dos biomas devastados pelo agronegócio. Reparação e demarcação imediata das terras indígenas, titulação dos territórios quilombolas e proteção das comunidades tradicionais Reconhecimento e reparação das populações atingidas por crimes ambientais
Não à privatização dos rios da Amazônia das hidrovias! Planos de prevenção contra os efeitos do aquecimento global, tais como: prevenção contra enchentes; prevenção contra deslizamentos de áreas de risco, que atingem as moradias mais precárias. Planos de emergência e defesa civil: alertas e evacuação, com participação comunitária
Os documentos originais
Tudo nesta página vem destes dois arquivos, como registrados no TSE.

