Os 5 temas dos dois planos de governo registrados no TSE, com o resumo gerado por IA e os trechos copiados literalmente do documento. Os dois recebem o mesmo espaço em todos os temas, e a ordem é alfabética — não há nota, placar nem indicação de quem propõe melhor.
Saúde
Defende um SUS público, universal, gratuito e 100% estatal, com fim da privatização e da gestão privada por OS, fundações e PPP. Prevê ampliação do investimento na atenção básica, contratação por concurso e produção pública de medicamentos.
No plano, textualmente
Defesa do sus público, universal, gratuito e 100% estatal Fim da privatização e da gestão privada da saúde (OS, Fundações e PPP) Proibição da transferência de leitos públicos para planos privados Ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica
Contratação via concurso público e valorização dos trabalhadores da saúde Produção pública de medicamentos e insumos estratégicos Expansão da rede pública de hospitais, upas e Unidades Básicas de Saúde (UBS) Integração entre saúde e saneamento, enfrentando doenças relacionadas à falta de infraestrutura.
Propõe substituir a fila cronológica do SUS pela ENER, escala de estratificação de risco, e criar um sistema digital de saúde com telemedicina e diagnósticos por IA, inspirado no DoctorSV. Prevê o prontuário eletrônico nacional PRONTO.
No plano, textualmente
A ideia central de nossa proposta é criar a ENER, um sistema de fila viva, que não fique engessado na ordem cronológica, mas atenda critérios objetivos de prioridade relativos ao estado do paciente.
Criação do PRONTO (Prontuário Eletrônico Nacional Interoperável) que irá conectar a atenção primária, os serviços especializados, os hospitais públicos e privados, laboratórios e farmácias, servindo de repositório para todas as informações do paciente acessíveis a qualquer tempo. Integração do PRONTO ao sistema digital de saúde.
Educação
Propõe o fim das parcerias público-privadas e das terceirizações no ensino público e a revogação da BNCC e do Novo Ensino Médio. Rejeita a militarização das escolas e prevê ampliação de vagas em creches, escolas e universidades públicas.
No plano, textualmente
Nenhuma verba pública para os grandes empresários da educação! Fim das Parcerias Público-Privadas (PPP), das terceirizações e da aquisição de materiais e serviços dessas empresas pelas redes públicas de ensino Revogação das propostas curriculares elaboradas pelos grandes empresários da educação e fundações privadas (BNCC e Novo Ensino Médio).
Não à militarização das escolas e a projetos de controle ideológico, como Escola Sem Partido! Não à plataformização da educação! Por uma formação completa, crítica e científica nas escolas públicas. Valorização dos profissionais da educação, com carreira e salários dignos Ampliação de vagas em creches, escolas e universidades públicas
Propõe priorizar língua portuguesa e matemática, adotar o sistema fônico de alfabetização e estabelecer código de conduta e ranking de disciplina nas escolas. Prevê abolir as cotas, substituí-las por bolsas de mérito e realocar recursos para áreas de STEM.
No plano, textualmente
Elevar o nível de qualidade de nossas escolas, com foco especial nas disciplinas básicas do currículo (língua portuguesa e matemática), assegurando formação sólida em ambas. 2 Estabelecer uma ordem disciplinar rígida, que possa restaurar a função de autoridade dos pedagogos e auxiliar na otimização do processo de aprendizado.
Abolir o sistema de cotas na educação brasileira e em geral. 5 Implementar uma reforma na educação superior brasileira, substituindo a autonomia universitária por uma perspectiva de alinhamento estratégico.
Segurança
Propõe combater o crime organizado por investigação e inteligência, atingindo patrimônio e financiamento, em vez de operações militares. Prevê descriminalização das drogas, câmeras corporais, desmilitarização da Polícia Militar e unificação das polícias em instituição civil.
No plano, textualmente
Combater o crime organizado, as máfias, as milícias, as facções e demais organizações criminosas por meio da investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, atingindo seu patrimônio, suas fontes de financiamento e suas relações com agentes públicos, políticos, empresários e, em especial, com o sistema financeiro, em vez de realizar operações militares que vitimam principalmente a população trabalhadora.
Descriminalização das drogas e revogação da Lei Antidrogas, para efetivamente combater e acabar com o narcotráfico, junto com políticas públicas de prevenção, tratamento e redução de danos.
Propõe declarar Guerra ao Crime no primeiro dia de mandato e adotar o Direito Penal do Inimigo, com decretos de Estado de Defesa e uma Lei Antifacção. Prevê superpresídios no modelo do CECOT e emprego das Forças Armadas via GLO.
No plano, textualmente
Na contramão do garantismo penal, o governo da Missão vai declarar no primeiro dia de mandato uma grande Guerra ao Crime, visando à adoção imediata do Direito Penal do Inimigo (DPI) como framework jurídico para o combate ao crime organizado no Brasil.
As lideranças condenadas serão deslocadas a superpresídios de segurança máxima em regiões remotas, no modelo do CECOT salvadorenho, equipados com blindagem eletromagnética e biometria contínua, neutralizando o comando das facções a partir do cárcere.
Economia
Propõe fim da escala 6×1, jornada de 36 horas e aumento de 100% no salário mínimo, além da revogação das reformas trabalhista e da Previdência. Prevê expropriação de empresas de mineração, petróleo e energia e tributação progressiva sobre lucros.
No plano, textualmente
Fim da escala 6×1 sem redução de salários e direitos, sem pejotização e sem demissões Redução da jornada de trabalho para 36 horas, sem redução dos salários e sem flexibilização de direitos, rumo à escala móvel de horas de trabalho (pleno emprego). Trabalhar menos para que todos trabalhem! Aumento de 100% no salário mínimo, rumo ao salário mínimo necessário, calculado pelo Dieese.
Expropriação imediata (em grande parte dos casos, reversão de privatização) das grandes empresas privadas dos setores de mineração, petróleo, energia, siderurgia, celulose e das grandes comercializadoras e centralizadoras do agronegócio, incorporando seus ativos ao patrimônio público nacional.
Propõe uma PEC de Transição com desindexação de benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo e desvinculação dos pisos de saúde e educação. Prevê substituir o Bolsa Família por Frentes Cidadãs e criar Zonas Econômicas Especiais.
No plano, textualmente
que promove a desindexação de benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo (corrigindo-os apenas pela inflação), a desvinculação dos pisos de saúde e educação da receita, a revisão do abono salarial e a redução de renúncias fiscais (gastos tributários), com economia projetada de R$ 1,1 trilhão até 2031.
em especial o projeto de reforma do assistencialismo, com a substituição do Bolsa Família por um programa de Frentes Cidadãs que incentive a inserção dos beneficiários ao mercado formal de trabalho.
Meio Ambiente
Propõe fim dos créditos e subsídios públicos ao grande agronegócio, recuperação de áreas desmatadas e demarcação imediata de terras indígenas e quilombolas. Rejeita a exploração de petróleo na Margem Equatorial e prevê planos de prevenção a enchentes e deslizamentos.
No plano, textualmente
Fim dos créditos públicos e dos subsídios estatais ao grande agronegócio Recuperação das áreas desmatadas e dos biomas devastados pelo agronegócio. Reparação e demarcação imediata das terras indígenas, titulação dos territórios quilombolas e proteção das comunidades tradicionais Reconhecimento e reparação das populações atingidas por crimes ambientais
Não à privatização dos rios da Amazônia das hidrovias! Planos de prevenção contra os efeitos do aquecimento global, tais como: prevenção contra enchentes; prevenção contra deslizamentos de áreas de risco, que atingem as moradias mais precárias. Planos de emergência e defesa civil: alertas e evacuação, com participação comunitária
Propõe a implementação plena da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, com uso da Licença Ambiental Especial para acelerar projetos estratégicos, e a simplificação do licenciamento para exploração mineral. Prevê exploração de hidrogênio verde com abertura para a bacia amazônica.
No plano, textualmente
licenciamento ambiental: implementação plena da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025, oriunda do PL 2159/2021), com uso ostensivo da Licença Ambiental Especial (LAE) — cuja principal inovação frente ao rito ordinário é a equipe técnica permanentemente dedicada à análise — para acelerar projetos estratégicos;
Energia: marco regulatório da transmissão de energia, com desbloqueio do gargalo que hoje impõe curtailment massivo ao Nordeste, retomada decisiva das obras de Angra 3, exploração do hidrogênio verde com abertura para a bacia amazônica, e atenção à fusão nuclear.
Os documentos originais
Tudo nesta página vem destes dois arquivos, como registrados no TSE.

