Os 5 temas dos dois planos de governo registrados no TSE, com o resumo gerado por IA e os trechos copiados literalmente do documento. Os dois recebem o mesmo espaço em todos os temas, e a ordem é alfabética — não há nota, placar nem indicação de quem propõe melhor.
Saúde
Propõe consolidar o prontuário único do cidadão pela Rede Nacional de Dados em Saúde e usar inteligência artificial na triagem e na regulação por risco clínico. Prevê expansão do Agora Tem Especialistas e do Farmácia Popular.
No plano, textualmente
Vamos acelerar os esforços na consolidação do prontuário único do cidadão, que já avança por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Essa integração dos sistemas de informação interfederativos permitirá disponibilizar diretamente no celular a marcação de consultas nas UBS e os resultados de exames, especialmente em regiões de vulnerabilidade e vazios assistenciais.
As ações do Agora Tem Especialistas serão ainda mais impulsionadas. A expansão do terceiro turno nos serviços de saúde, o reforço das Carretas da Saúde e dos mutirões de atendimento seguirão como estratégias centrais para ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias em todo o país.
Propõe substituir a fila cronológica por prioridade clínica, com um Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente. Prevê meta de reduzir em 20% as internações por condições sensíveis à atenção primária até 2030.
No plano, textualmente
Criar um Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente que substitua progressivamente a fila passiva por uma jornada clínica rastreável. A posição do cidadão não será definida apenas pela data do pedido, mas por gravidade, risco de progressão, impacto do atraso, vulnerabilidade e tempo já transcorrido.
Até 2030, 100% das equipes de Saúde da Família com acesso a teleconsultoria e ferramentas de estratificação de risco; reduzir em 20% as internações por condições sensíveis à APS, com metas regionais ajustadas à linha de base de 2027.
Educação
Propõe alcançar a meta de 80% das crianças alfabetizadas na idade certa e instituir estratégia permanente de recomposição das aprendizagens. Prevê prioridade à educação em tempo integral, continuidade do Pé-de-Meia e expansão da rede de institutos federais.
No plano, textualmente
Seguiremos com as ações e políticas já pactuadas com os estados e municípios brasileiros para chegarmos à meta de 80% das nossas crianças alfabetizadas na idade certa. Ao mesmo tempo, continuaremos fortalecendo as políticas de enfrentamento do analfabetismo na população adulta e vamos instituir uma estratégia nacional permanente de recomposição e aceleração das aprendizagens, com atenção especial aos anos finais do ensino fundamental e ao ensino médio.
No novo mandato, continuaremos a expansão da nossa rede de institutos federais, priorizando a interiorização, os vazios educacionais, as periferias urbanas e os municípios com baixa oferta de cursos técnicos.
Propõe um Pacto Nacional pela Alfabetização e Matemática na Idade Certa, com meta de leitura e domínio de fundamentos matemáticos até o fim do 2º ano. Prevê expansão da educação profissional articulada ao ensino médio.
No plano, textualmente
Apoiar estados e municípios para que todas as crianças leiam, escrevam, compreendam e dominem fundamentos matemáticos até o fim do 2º ano. Oferecer formação, material baseado em evidências, avaliação diagnóstica, tutoria e incentivo por melhoria com equidade.
Expandir matrículas articuladas ao ensino médio e à educação de adultos, em parceria com institutos federais, redes estaduais, Sistema S e empresas. Mapear demanda regional, diversificar cursos e combinar formação geral, técnica, digital e experiência de trabalho.
Segurança
Propõe criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC da Segurança e manter a estratégia de asfixia financeira do crime organizado. Prevê controle de armas e munições, câmeras corporais e fortalecimento do sistema penitenciário federal.
No plano, textualmente
Manteremos a estratégia de asfixia financeira do crime organizado por meio de ações articuladas, que já permitiu, desde 2023, causar R$ 35,8 bilhões de prejuízos às organizações criminosas. Em conjunto com os demais poderes, vamos continuar liderando o processo de estabelecimento de procedimentos jurídicos mais ágeis para punir esses crimes, além de medidas rígidas para barrar candidaturas de indivíduos ligados ao crime organizado.
Uma vez aprovada a PEC da Segurança Pública proposta pelo Executivo, criaremos o Ministério da Segurança Pública para coordenar, em articulação com estados e municípios, a execução das políticas nacionais de segurança pública no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). O Ministério fortalecerá a integração entre os entes federados, a inteligência estatal, o enfrentamento ao crime organizado, a prevenção da violência e a proteção dos direitos civis.
Propõe criar o Ministério da Segurança Pública e enquadrar organizações criminosas e milícias como terrorismo doméstico. Prevê regime disciplinar especial para lideranças presas, com progressão somente após o cumprimento de 90% da pena.
No plano, textualmente
Propor legislação que enquadre como terrorismo doméstico as organizações criminosas e milícias que apresentem estrutura permanente de comando, domínio territorial, capacidade armada, poder econômico e uso sistemático da violência para controlar populações ou restringir a atuação do Estado
Aplicar às lideranças o Regime Especial Disciplinar Antiterrorismo Doméstico (REDAD), com isolamento em cela individual, bloqueio de celulares, monitoramento ambiental, proibição de visitas íntimas e progressão somente após o cumprimento de 90% da pena
Economia
Propõe criar condições para redução sustentada dos juros mantendo o novo arcabouço fiscal e a inflação controlada. Prevê fortalecer a neoindustrialização com foco em inovação, inteligência artificial e minerais críticos, e manter a valorização real do salário mínimo.
No plano, textualmente
vamos criar as condições para uma redução sustentada das taxas de juros, com inflação controlada e assegurando uma política fiscal responsável. Para isso, manteremos o novo arcabouço fiscal, que controlou o crescimento das despesas sem prejudicar as políticas sociais e permitiu uma redução significativa do déficit primário.
No próximo ciclo governamental, nosso objetivo central será aprimorar e fortalecer a neoindustrialização, repensando o papel da indústria no Brasil a partir das prioridades da sociedade, de suas contribuições para a melhoria das condições de vida das pessoas, para a geração de empregos decentes e para a prosperidade econômica. O foco estratégico está na inovação, IA, minerais críticos e outros ativos capazes de colocar o Brasil de uma vez por todas como protagonista em áreas portadoras de futuro.
Propõe estabilizar a dívida em relação ao PIB e recuperar superávits primários, com metas anuais e sem aumento permanente de carga tributária. Prevê elevar o investimento total de cerca de 17% para aproximadamente 25% do PIB.
No plano, textualmente
Definir trajetória para estabilizar a dívida em relação ao PIB, recuperar superávits primários e reduzir a despesa de juros, com metas anuais, bandas de tolerância, cláusulas de correção e prestação periódica de contas.
O país deverá trabalhar para que o investimento total avance dos atuais cerca de 17% do PIB em direção a aproximadamente 25%, com participação relevante do investimento público das três esferas em áreas nas quais o retorno social não é plenamente apropriado pelo setor privado.
Meio Ambiente
Propõe alcançar o desmatamento líquido zero até 2030 e implementar o Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo. Prevê destinação de terras públicas a unidades de conservação e territórios indígenas e cumprimento da NDC de redução de emissões.
No plano, textualmente
No próximo mandato, continuaremos trabalhando para alcançar o desmatamento líquido zero até 2030, meta que reafirmamos. Para isto, todas as instâncias do governo persistirão atuando de forma integrada na implementação dos planos de controle e prevenção do desmatamento e na implementação plena do Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo.
Continuaremos mobilizando políticas para assegurar a efetividade do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica. Vamos avançar na destinação das terras públicas para unidades de conservação, territórios indígenas e quilombolas ou assentamentos, e reforçar a regularização fundiária.
Propõe implementação integral do Código Florestal, com aceleração do CAR, e combate ao desmatamento e à grilagem que atinja financiadores e compradores de produtos ilegais. Prevê mercado de carbono regulado e pagamento por serviços ambientais.
No plano, textualmente
Acelerar análise e validação do CAR, Programas de Regularização Ambiental e compensações de reserva legal. Corrigir sobreposições e fraudes, criar apoio a pequenos imóveis e transformar recuperação em atividade econômica com crédito, sementes, assistência e carbono.
Fortalecer fiscalização e inteligência financeira, recuperar terras públicas, responsabilizar financiadores e compradores de produtos ilegais e proteger agentes. Operações serão coordenadas com segurança pública e Receita, atingindo cadeias econômicas e não apenas executores na ponta.
Os documentos originais
Tudo nesta página vem destes dois arquivos, como registrados no TSE.

