Os 5 temas dos dois planos de governo registrados no TSE, com o resumo gerado por IA e os trechos copiados literalmente do documento. Os dois recebem o mesmo espaço em todos os temas, e a ordem é alfabética — não há nota, placar nem indicação de quem propõe melhor.
Saúde
Propõe consolidar o prontuário único do cidadão pela Rede Nacional de Dados em Saúde e usar inteligência artificial na triagem e na regulação por risco clínico. Prevê expansão do Agora Tem Especialistas e do Farmácia Popular.
No plano, textualmente
Vamos acelerar os esforços na consolidação do prontuário único do cidadão, que já avança por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Essa integração dos sistemas de informação interfederativos permitirá disponibilizar diretamente no celular a marcação de consultas nas UBS e os resultados de exames, especialmente em regiões de vulnerabilidade e vazios assistenciais.
As ações do Agora Tem Especialistas serão ainda mais impulsionadas. A expansão do terceiro turno nos serviços de saúde, o reforço das Carretas da Saúde e dos mutirões de atendimento seguirão como estratégias centrais para ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias em todo o país.
Propõe fila nacional única e pública por procedimento, com posição consultável pelo paciente, e expansão das equipes de saúde da família. Prevê programa permanente de vigilância de zoonoses e retomada das campanhas de vacinação antirrábica animal.
No plano, textualmente
Fila nacional única e pública por procedimento, com critério clínico de prioridade e posição consultável pelo próprio paciente. ▪ Mutirão diagnóstico e cirúrgico permanente, contratualizado por resultado entregue e não por estrutura disponibilizada. ▪ Auditoria pública dos tempos de espera, publicada em série histórica.
Programa nacional permanente de vigilância de zoonoses, com financiamento federal pactuado e meta de cobertura por município, começando pelas áreas de maior incidência histórica. ▪ Retomada e ampliação das campanhas nacionais de vacinação antirrábica animal, com cobertura publicada município a município.
Educação
Propõe alcançar a meta de 80% das crianças alfabetizadas na idade certa e instituir estratégia permanente de recomposição das aprendizagens. Prevê prioridade à educação em tempo integral, continuidade do Pé-de-Meia e expansão da rede de institutos federais.
No plano, textualmente
Seguiremos com as ações e políticas já pactuadas com os estados e municípios brasileiros para chegarmos à meta de 80% das nossas crianças alfabetizadas na idade certa. Ao mesmo tempo, continuaremos fortalecendo as políticas de enfrentamento do analfabetismo na população adulta e vamos instituir uma estratégia nacional permanente de recomposição e aceleração das aprendizagens, com atenção especial aos anos finais do ensino fundamental e ao ensino médio.
No novo mandato, continuaremos a expansão da nossa rede de institutos federais, priorizando a interiorização, os vazios educacionais, as periferias urbanas e os municípios com baixa oferta de cursos técnicos.
Propõe condicionar o apoio federal à alfabetização na idade certa a resultado aferido em avaliação externa, com dado publicado por escola. Prevê a PEC da Pesquisa, que transforma o bolsista que cumprir requisitos em servidor de carreira.
No plano, textualmente
Continuidade e endurecimento da política federal de alfabetização na idade certa, que já existe desde 2023 e cujo mérito não vamos fingir que é nosso. O que acrescentamos é condicionalidade: apoio técnico e financeiro vinculado a resultado aferido em avaliação externa, e não apenas a adesão formal do ente.
O governo enviará ao Congresso a Proposta de Emenda à Constituição da Pesquisa, com um objetivo simples de enunciar: pesquisador que cumprir os requisitos deixa de ser bolsista e passa a ser servidor público, com carreira, com vínculo e com salário compatível com a qualificação que ele tem.
Segurança
Propõe criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC da Segurança e manter a estratégia de asfixia financeira do crime organizado. Prevê controle de armas e munições, câmeras corporais e fortalecimento do sistema penitenciário federal.
No plano, textualmente
Manteremos a estratégia de asfixia financeira do crime organizado por meio de ações articuladas, que já permitiu, desde 2023, causar R$ 35,8 bilhões de prejuízos às organizações criminosas. Em conjunto com os demais poderes, vamos continuar liderando o processo de estabelecimento de procedimentos jurídicos mais ágeis para punir esses crimes, além de medidas rígidas para barrar candidaturas de indivíduos ligados ao crime organizado.
Uma vez aprovada a PEC da Segurança Pública proposta pelo Executivo, criaremos o Ministério da Segurança Pública para coordenar, em articulação com estados e municípios, a execução das políticas nacionais de segurança pública no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). O Ministério fortalecerá a integração entre os entes federados, a inteligência estatal, o enfrentamento ao crime organizado, a prevenção da violência e a proteção dos direitos civis.
Propõe isolar lideranças de facção em presídios federais de segurança máxima, com bloqueio de telefonia e rodízio nacional, e deslocar o foco para a inteligência financeira. Prevê plebiscito sobre o modelo penitenciário de segurança máxima.
No plano, textualmente
Ampliar a capacidade federal de custódia de lideranças, com padrão construtivo único e regime rigoroso de contato. ▪ Bloquear de fato o sinal de telefonia nas unidades, e responsabilizar administrativamente a operadora que contratar o bloqueio e não entregar. ▪ Rodízio nacional de custodiados de alta periculosidade, para impedir que a facção local capture a unidade.
Há uma decisão que não pretendemos tomar sozinhos nem entregar a uma maioria estreita de plenário: se o Brasil quer adotar, para lideranças de facção e presos de altíssima periculosidade, um modelo de confinamento de segurança máxima nos moldes do que El Salvador implantou a partir de 2023. Levamos a pergunta ao eleitor por plebiscito e governamos conforme a resposta.
Economia
Propõe criar condições para redução sustentada dos juros mantendo o novo arcabouço fiscal e a inflação controlada. Prevê fortalecer a neoindustrialização com foco em inovação, inteligência artificial e minerais críticos, e manter a valorização real do salário mínimo.
No plano, textualmente
vamos criar as condições para uma redução sustentada das taxas de juros, com inflação controlada e assegurando uma política fiscal responsável. Para isso, manteremos o novo arcabouço fiscal, que controlou o crescimento das despesas sem prejudicar as políticas sociais e permitiu uma redução significativa do déficit primário.
No próximo ciclo governamental, nosso objetivo central será aprimorar e fortalecer a neoindustrialização, repensando o papel da indústria no Brasil a partir das prioridades da sociedade, de suas contribuições para a melhoria das condições de vida das pessoas, para a geração de empregos decentes e para a prosperidade econômica. O foco estratégico está na inovação, IA, minerais críticos e outros ativos capazes de colocar o Brasil de uma vez por todas como protagonista em áreas portadoras de futuro.
Propõe substituir tributos federais sobre folha, faturamento e produção por um Imposto Único Federal cobrado sobre a movimentação financeira, com alíquota de 2% em cada lançamento. Prevê isenção do Imposto de Renda até cinco salários mínimos.
No plano, textualmente
Substituir o conjunto de tributos federais que hoje incide sobre folha, faturamento e produção por um único tributo, cobrado automaticamente sobre a movimentação financeira, incidindo em cada lançamento a débito e a crédito em conta.
O Democrata fixa o limite de isenção do IRPF em cinco salários mínimos. Com o mínimo de 2026 em R$ 1.621,00, definido pelo Decreto nº 12.797/2025, isso corresponde a R$ 8.105,00 por mês.
Meio Ambiente
Propõe alcançar o desmatamento líquido zero até 2030 e implementar o Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo. Prevê destinação de terras públicas a unidades de conservação e territórios indígenas e cumprimento da NDC de redução de emissões.
No plano, textualmente
No próximo mandato, continuaremos trabalhando para alcançar o desmatamento líquido zero até 2030, meta que reafirmamos. Para isto, todas as instâncias do governo persistirão atuando de forma integrada na implementação dos planos de controle e prevenção do desmatamento e na implementação plena do Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo.
Continuaremos mobilizando políticas para assegurar a efetividade do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica. Vamos avançar na destinação das terras públicas para unidades de conservação, territórios indígenas e quilombolas ou assentamentos, e reforçar a regularização fundiária.
Propõe combater o desmatamento ilegal com rastreabilidade da cadeia produtiva e responsabilização patrimonial, e fixar prazo definido para o licenciamento ambiental. Prevê projeto que regulamente a mineração em terra indígena, com consulta e licenciamento pleno.
No plano, textualmente
Combater o desmatamento ilegal com inteligência, rastreabilidade da cadeia produtiva e responsabilização patrimonial, com o mesmo instrumental do Pilar 2 do Eixo 3. ▪ Licenciamento ambiental com prazo definido e análise técnica de qualidade. Demora não é rigor; costuma ser falta de gente.
Defendemos abrir o debate sobre um regime legal de aproveitamento mineral em terra indígena com participação econômica dos indígenas e responsabilidade ambiental.
Os documentos originais
Tudo nesta página vem destes dois arquivos, como registrados no TSE.

